terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Audi A8 Nova geração do sedã é a vitrine do que há de melhor na marca alemã.



Em 1994, a Audi revolucionou ao lançar o A8, que tinha como grande diferencial a carroceria feita de alumínio. O tempo passou e a concorrência se mexeu, deixando parte do prestígio do sedã das quatro argolas para trás.

Mas a montadora parece disposta a recuperar o tempo perdido com a terceira geração do A8. O modelo reúne tudo que há de melhor nos produtos Audi em um pacote que promete seduzir os consumidores mais endinheirados.

O “olhar” intimidador formado pelos LEDs – inovação introduzida no superesportivo R8 e hoje uma marca registrada dos carros Audi – confere personalidade à dianteira.

A iluminação do tipo lanterna é formada por dez pequenas lâmpadas dispostas em forma de asa. Logo abaixo, ficam outras 44 lâmpadas nas cores branca e amarela, responsáveis pelo farol baixo, que deve ser utilizado durante o dia na Europa. No meio, fica a tradicional grade trapezoidal.

De lado, a profusão de vincos marcantes lembra os modelos A5 e A6. A linha de cintura elevada e a suave curvatura do teto contribuem para o visual de “cupê de quatro portas”, tendência de estilo na Europa e presente inclusive no A5 Sportback. A traseira segue o design dos sedãs da marca, com as lanternas que invadem a tampa do porta-malas e os refletores retangulares, novamente lembrando o A5.

O interior é aconchegante e oferece espaço de sobra para os felizardos passageiros. O console central fica em uma posição ergonômica, com fácil acesso para a infinidade de comandos. Uma tela de LCD fica oculta entre as saídas de ar e exibe as principais informações do carro, que são controladas por meio do MMI (Multi Media Interface).

O ar-condicionado digital possui duas zonas de regulagem, mas pode ser equipado com até quatro configurações de temperatura. As mordomias continuam nos bancos, com 12 opções de ajustes nos assentos dianteiros e 22 configurações distintas. Ventilação e massageadores com três níveis de intensidade também contribuem para o bem-estar dos ocupantes.

Para movimentar tamanho luxo sobre rodas, a Audi escolheu duas motorizações V8: a 4.2 FSI a gasolina gera 372 cv, suficientes para fazer com que o A8 acelere de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos.

No caso da 4.2 TDI, o propulsor a diesel possui 350 cv de potência e cumpre a aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos. Uma terceira opção de motor (3.0 V6 a diesel de 250 cv) também será oferecida pela Audi meses após a estreia do carro.

Todas as motorizações contam com uma transmissão automática sequencial de oito velocidades. A caixa ainda conta com o Dynamic Shift Program (DSP), sistema que impede trocas de marcha em situações desnecessárias, como em uma viagem numa estrada plana.

A tração integral quattro é oferecida de série em todas as versões, sendo que a 4.2 V8 conta ainda com o diferencial esportivo, que distribui o torque entre as rodas traseiras. O Audi Drive Select, que modifica a rigidez da suspensão e dos amortecedores, por exemplo, também pode equipar o sedã.

No quesito segurança, o A8 também não faz feio. Além do Adaptative Cruise Control (ACC), piloto automático que regula automaticamente a distância em relação ao veículo à frente, o modelo de Ingolstadt possui airbags laterais que protegem toda a extensão das janelas. Caso a colisão seja inevitável, o carro fecha as janelas e tensiona os cintos de segurança sem a intervenção do condutor.

Outro recurso útil é o Audi Side Assist, que monitora a presença de veículos nos arredores quando o motorista muda de faixa. Caso exista algum automóvel nas proximidades, o sistema emite uma vibração no volante. O sistema de visão noturna, que gera imagem térmicas, também contribui nas manobras em locais com pouca luminosidade.

A terceira geração do A8 deve chegar às revendas de todo o mundo no início de 2010 e promete incomodar a concorrência, especialmente seus conterrâneos BMW Série 7 e Mercedes-Benz Classe S.



link: http://quatrorodas.abril.com.br/carros/lancamentos/audi-a8-516099.shtml#galeria

Fiat 500 Sport Com um novo arranjo, ele mantém a harmonia, mas instiga o condutor a acelerar.



O dia da apresentação do Fiat 500 – Cinquecento, para os italianos – foi tumultuado como têm sido todos os dias no trânsito de São Paulo. Gastei mais tempo no congestionamento que experimentando o carro. Enquanto esperava minha vez de passar pelo funil que havia se formado com a queda de um motoboy, fiquei pensando em um funcionário da Fiat que devia pegar o avião de volta para casa. No meio da tarde, ele me perguntou quanto tempo levaria até o aeroporto e eu respondi uma hora. Mas não previ o acidente no caminho. Se ele foi previdente e saiu antes, teve tempo de chegar ao aeroporto. Se acreditou piamente no que eu disse, àquela altura devia estar me amaldiçoando.

No fim da tarde, eu ainda não tinha uma opinião formada sobre o 500. Mas conhecia muito bem seu interior. Reconheci o DNA Fiat no desenho do console e nos botões de acionamento dos vidros, iguais aos usados em modelos nacionais. O padrão de acabamento, porém, é bem superior ao que estamos acostumados a encontrar na marca por aqui. Alguns detalhes deixam muito claro que a personalidade do 500 é inversamente proporcional a seu tamanho. Das telas dos alto-falantes, em forma de ondas, aos instrumentos concêntricos – o computador de bordo é circundado pelo conta-giros e este, pelo velocímetro –, o design do interior se mostra nostálgico e high tech ao mesmo tempo. O painel tem uma faixa da mesma cor da carroceria, como nos modelos de antigamente, nos quais essa parte integrava a carcaça. E a tecnologia se faz presente em equipamentos como o sistema Blue&Me (com conexões para telefone celular e para tocador de MP3, com comando de voz) e os instrumentos digitais já mencionados.

A Fiat oferece ao comprador um cardápio sortido de personalizações visuais. São diversas opções de revestimentos, de rodas esportivas e de cores, além de emblemas e faixas decorativas. Na Itália é possível fazer mais de 500 combinações diferentes. No Brasil, a liberdade será menor. Haverá bem menos opções – a Fiat não fez as contas das combinações possíveis –, mas ainda assim vai dar para brincar bastante, segundo a fábrica.

O 500 é feito na Polônia e chega ao Brasil em duas versões de acabamento, Sport e Lounge, sempre equipadas com motor 1.4 16V de 100 cv e transmissão manual, de seis marchas, ou automatizada Dualogic, de cinco marchas. A diferença entre elas está no acabamento e nos equipamentos. A Lounge é mais luxuosa. Por fora, ela tem frisos e retrovisores cromados e, por dentro, volante revestido de couro com os comandos do câmbio, quando a transmissão é Dualogic. Os equipamentos exclusivos contemplam teto solar fixo e ar-condicionado digital. A Sport é mais simples, mas está longe de ser básica. Entre os itens de série ela traz sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois airbags de cortina e um para proteger os joelhos do motorista), ABS, ESP, CD player e rodas de liga leve de aro 15. Bancos de couro e teto solar elétrico Sky Window são opcionais nas duas versões. A mostrada aqui é a Sport manual, que deve ser a mais procurada, segundo a Fiat.

À imagem do original
Só consegui dirigir o 500, de fato, quando anoiteceu. Voltei para a redação e saí depois que o trânsito havia diminuído bastante. A vida a bordo me pareceu agradável. O 500 não é tão espaçoso quanto o Smart longitudinalmente, mas oferece mais espaço lateral e tem duas fileiras de bancos, onde cabem quatro pessoas. Com o banco do motorista ajustado para mim, que tenho 1,72 m de altura, consegui me acomodar atrás com relativo conforto. Minhas pernas se encaixaram bem. Mas o ombro e a cabeça ficaram raspando no contorno interno da carroceria. O porta-malas tem capacidade para 185 litros.

De volta ao banco de frente, achei a posição de dirigir interessante. Mas não é esportiva. O motorista viaja em posição elevada, quase igual à do Mercedes Classe A. A alavanca do câmbio está bem próxima do volante, mas a manopla do câmbio decepciona por ser uma peça de plástico e oca, apesar de cromada. Não precisava ser de alumínio, como nas Ferrari, mas deveria ter uma pegada mais firme. O motor 1.4 16V não empolga – nem faz questão disso. Na pista de testes, o 500 fez de 0 a 100 km/h em 12,2 s, enquanto o Smart, testado na edição de maio, acelerou em 11,6 s. E é bom levar em conta que o câmbio do 500 avaliado é manual e o do Smart era automatizado. Essa diferença de resposta foi sentida também na sessão de fotos, quando o Smart, que serviu de camera-car, disparava na frente e o 500 não conseguia acompanhar as arrancadas do rival.

Ao esbanjar estilo, ele economiza em desempenho. Sua proposta não é a de ser um felino agressivo, tipo de animal que inspira os projetos dos esportivos, mas o de um daqueles filhotes que a gente vê e fica com vontade de levar para casa e pôr na garagem. O preço de 61 900 reais (valor no fechamento da reportagem, em setembro de 2009) me parece um tanto salgado. Mas nesse tipo de compra não se pensa em custo/benefício. A Fiat planeja vender 200 unidades do 500 por mês, oferecendo o modelo em apenas 150 concessionárias consideradas “Premium”, no país. Mas a assistência técnica será feita por toda a rede Fiat.

O Centro Stilo Fiat conseguiu desenhar um modelo à imagem e semelhança do 500 de 1957, mas com visual de carro novo. Os italianos foram mais fiéis que os alemães da VW, na reedição do Fusca, e da BMW, no caso do Mini. Foram conservados os faróis redondos acima das lanternas, o capô curto e arredondado e o logotipo entre frisos. Ele consegue a façanha de, apesar de manter estreita identidade com o 500 original, encher os olhos de quem está a bordo e despertar no motorista a vontade de conduzi-lo esportivamente. Nada mau para quem se origina de um autêntico popular, com motorzinho de 13 cv de potência, que pouca coisa tinha mais que o suficiente para andar no ritmo de um movimento andante.



link: http://quatrorodas.abril.com.br/carros/testes/fiat-500-sport-506212.shtml#galeria

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Saem os finalistas do Carro do Ano 2010

Os finalistas do Carro do Ano acabam de ser divulgados. Os modelos que concorrem ao prêmio da revista Autoesporte estão divididos em cinco categorias e mais duas que vão eleger o Motor do Ano (até 2.0 e acima de 2.0). Foram convidados 27 jornalistas especializados que trabalham em jornais e revistas, além de 7 engenheiros para eleger os melhores motores. Confira os indicados em cada categoria:

Carro do ano:
Chevrolet Agile
Citroën C4 (hatch)
Fiat 500
Ford Fusion
Honda City

Carro Premium do Ano
Audi A5
BMW 135i
Mercedes-Benz Classe E
Volkswagen Passat CC

Utilitário do Ano
Chery Tiggo
Mitsubishi TR4
Suzuki SX4
Toyota SW4 (gasolina)
Troller T4

Utilitário Premium do Ano
Audi Q5
Mercedes-Benz GLK
Mitsubishi Pajero Dakar
Volkswagen Tiguan
Volvo XC60


Picape do Ano
Fiat Strada Cabine Dupla
Ford Ranger
Toyota Hilux (gasolina)
Volkswagen Saveiro

Motor do Ano até 2.0
Fiat 1.4 T-Jet (Linea/Punto)
Honda 2.0 VTEC (Civic Si)
Mini 1.6 Turbo (Mini)

domingo, 25 de outubro de 2009

Koenigsegg CCXR, o poderoso carro “verde” sueco















Em 28 de fevereiro de 2005, a Koenigsegg, uma pequena fabricante sueca de carros superesportivos, bateu o recorde de velocidade para carros de produção em série. No circuito de Nardo, na Itália, ele chegou a 387,87 km/h, batendo o McLaren F1, que chegou a 386,7 km/h. Isso com um motor a gasolina V8 4,7-litros com dois compressores de 806 cv a 6.900 rpm. Pois a Koenigsegg encontrou um jeito de tornar esse carro ainda mais forte. E um jeito ecológico: fazer o motorzão V8 beber álcool, ou quase isso. Essa fórmula está presente no CCXR, apresentado no Salão de Genebra, que terminou ontem.





Devido ao frio na Suécia, o CCXR utiliza o E85, uma mistura de gasolina e de álcool com proporção respectiva de 15% do primeiro e 85% do segundo. Com isso, o carro pega mais facilmente de manhã, sem a necessidade do reservatório de gasolina que as fabricantes brasileiras adotaram.





Com esse recurso, além de um ajuste muito bem feito, o CCXR, que é chamado de “Flower Power”, ou poder das flores, rende pouco mais de 200 cv além do que o CCR consegue com gasolina, ou mais exatamente 1.018 cv a 7.200 rpm.





Pesando 1.180 kg e medindo 4,29 m, o carro tem quase 1 cv/kg, o que o torna um monstro devorador de asfalto, possivelmente até melhor em desempenho do que o Bugatti Veyron, capaz de atingir mais de 400 km/h e, atualmente, o carro de produção em série mais veloz do mundo.





O recorde, de todo modo, ainda não foi validado pelo livro “Guinness World Records”, apenas pela entidade alemã TÜV. Esperava-se que o Veyron se submetesse ao teste oficial no início deste ano. No caso do CCR, o recorde foi estabelecido a 6.750 rpm, ou seja, faltando 150 rpm para a potência máxima. Os responsáveis foram os pneus, que não agüentariam velocidade maior.





Se o CCXR entrar na disputa pelo título de carro de série mais veloz do mundo, ele terá à disposição um câmbio de seis marchas e um mostrador semelhante ao do Artega GT.





Outro auxiliar na eventual tentativa será o marcador de marcha engatada, também incluído no mostrador único. As chances de sucesso são altas. Com o CCXR, podemos esperar por um novo quebrador de recordes. E verde.










Oferecimento: Volkswagen










quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Salão de Tóquio 2009




O Salão de Tóquio acaba de abrir suas portas para a imprensa e a Autoesporte traz a cobertura completa do evento, que nesse ano teve a desistência de várias fabricantes e se tornou quase uma feira de marcas japonesas. Na lista abaixo, você poderá conferir os principais destaques, com direito às informações e galeria de fotos dos lançamentos e novidades apresentados, que serão atualizados durante todo o evento. Para o público, o salão acontece entre os dias 24 de outubro e 4 de novembro.

Novo VW Fox é o destaque da QR de novembro





O novo Fox é o destaque da edição de novembro de QUATRO RODAS, que chega às bancas no próximo dia 22 de outubro.

O compacto chega à segunda geração com desenho mais esportivo, inspirado no novo Polo europeu. Os faróis perderam o formato arredondado, adotando formas mais retas.

A grade e o para-choque dianteiro também mudaram em relação ao modelo anterior. A lateral sofreu poucas alterações, enquanto que a traseira ganhou lanternas com nova disposição de luzes e novo para-choque.

O interior foi completamente redesenhado e evolui, tanto em estilo quanto em acabamento. Os plásticos utilizados nos painéis de porta são melhores do que o antigo Fox e o novo modelo passa a oferecer um painel de instrumentos completo, muito semelhante ao Polo vendido na Europa. Nada muda quanto às motorizações. Os propulsores 1.0 e 1.6 VHT, ambos dotados da tecnologia flex, permanecem em linha.A carroceria de duas portas é exclusiva da versão 1.0, mas também poderá ser comprada com quatro portas. As demais versões são a intermediária 1.6 e a topo-de-linha 1.6 Prime.

Direção hidráulica será item de série em todas as configurações e o câmbio automatizado pode ser incorporado aos modelos 1.6 por 2.400 reais.

QUATRO RODAS também aproveitou o lançamento do Fox para colocá-lo frente a frente com seus dois principais concorrentes, Chevrolet Agile e Renault Sandero.

A edição de novembro traz ainda o desmonte do Effa M100, cujo teste foi interrompido antes dos 60 mil quilômetros por falta de segurança. O modelo chinês teve um dos piores desempenhos da história do Longa Duração da QUATRO RODAS e a reportagem mostra porque ele foi reprovado em todos os itens avaliados.

E mais: testes dos esportivos Jaguar XF-R e Spyker C8, as impressões ao dirigir do Audi R8 V10 e o comparativo entre BMW 118i e Hyundai i30.



sábado, 17 de outubro de 2009

Fiat 500 terá motor MultiAir


Em pouco menos de um ano a Fiat começará a vender o pequeno 500 com motor MultiAir. O modelo foi o escolhido para estrear a tecnologia da marca italiana que inclui válvulas controladas eletronicamente.
O bloco de 900 cc de cilindrada poderá render até 120 cavalos nas versões sobrealimentadas. Além do desempenho e da economia de combustível outra vantagem do novo motor é o baixo índice de emissões de poluentes: 90g/km de C02.

Top 10 Quatro Rodas

Os carros mais procurados no site Quatro Rodas


1
Agile
2
Celta
3
Polo
4
Gol
5
Fox
6
Golf
7
Uno
8
Punto
9
Vectra
10
Focus

Tuning Virtual


O Agile, novo lançamento da Chevrolet no Brasil, é o desafio da vez no Tuning Virtual. O melhor projeto, escolhido pela redação, será publicado na edição de dezembro. Você deve encaminhá-lo até o dia 17/11/2009.
Tarefa do mês:Você deverá criar uma versão aventureira, nos moldes da linha Adventure, da Fiat. É obrigatório trocar as rodas e os para-choques. O restante fica por sua criatividade.
Não é permitido alterar a configuração da carroceria e nem o fundo original da imagem. O resultado será divulgado no mesmo dia em que a edição de dezembro de QUATRO RODAS chegar às bancas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Atenção!

Todas as informações postadas no Blog são do site da Revista Auto Esporte e da Revista Quatro Rodas.

Dicas para carros parados por muito tempo


Quais são os principais cuidados que devo ter quando deixar meu carro parado por muito tempo? José Roberto Medeiros – Goiânia (GO)


Depende de quanto tempo você pretende deixar seu carro parado. “Se o período for de até seis meses, deve-se deixar o pneu com calibragem entre 20% e 30% acima do normal”, explica Rubens Venosa, engenheiro mecânico da Motor Max. Já se a intenção for não usar o carro por um tempo ainda maior, o recomendado é suspender o veículo sobre cavaletes para evitar o surgimento de deformações dos pneus.

Outro cuidado importante é desligar a bateria e, “se possível, mantê-la fora do carro com carregador portátil e deixar sempre carregada”, diz Venosa. “Uma bateria por um ou dois meses sem carga não tem mais volta”, esclarece o engenheiro mecânico.

Para os carros que ainda têm tanque de metal, Venosa recomenda deixar o tanque sempre cheio para evitar a oxidação. Além disso, o óleo tem oxidação natural, o que com o tempo poderá provocar desgastes. “A recomendação é trocar o óleo a cada seis meses, ou trocar o óleo de todas as peças antes que o motor funcione”, sugere o engenheiro mecânico.

“Com o carro parado ainda vai haver uma deterioração nas borrachas em função do contato com o ozônio do ar. Por isso, tudo o que for de borracha deve ser verificado antes do funcionamento”, diz Venosa. Mas ele alerta que não se deve colocar óleo sobre a borracha, mas sim fazer apenas uma boa lavagem.

Venosa lembra que é indispensável fazer um check-up após o carro ficar parado por muito tempo. Deve-se checar se não houve engripamento de freios e de embreagem, qual é o estado da lubrificação e como está o funcionamento de todas as partes móveis do veículo. Mas, por todos estes danos que podem ser causados, o engenheiro mecânico recomenda que se evite deixar carro parado por um período longo.

Ford realiza maior recall da sua história


A Ford anunciou o maior recall da sua história. A marca está convocando, nos Estados Unidos, 4.5 milhões de veículos que correm o risco de incendiar por problemas elétricos. No total, foram 14.1 milhões de convocações realizadas nos últimos dez anos por problemas relacionados a um mesmo sistema.

O defeito é apresentado por uma chave, que permite que o motorista desligue o sistema de controle de velocidade ao pisar no pedal de freio. Componentes da peça “podem vazar internamente e então superaquecer, soltar fumaça ou queimar”, declara a marca em comunicado.

Segundo uma investigação realizada pelo governo dos EUA, ao menos 550 incêndios foram registrados em decorrência do problema, além de 1.500 reclamações. Alguns casos resultaram em morte. O que agrava a situação da Ford é a acusação de que a montadora teria adiado o recall para evitar os custos.

Entre os 4.5 milhões de convocados, há 1.1 milhão de minivans Windstar, com o restante abrangendo vários veículos da linha Ford. É estimado que o sistema defeituoso tenha sido utilizado em cerca de 16 milhões de carros e picapes entre 1990 e 2003.

BMW mostra protótipo de três rodas que faz 50km/l


A BMW acaba de revelar o SIMPLE (Sustainable and Innovative Mobility Product for Low Energy consumption), um protótipo de três rodas, 450 kg e capacidade para dois ocupantes que fará parte do museu da montadora em Munique (Alemanha)

O SIMPLE tem motor de combustão interna de 48 cavalos auxiliado por um motor elétrico, acelera de 0 a 100km/h em menos de 10 segundos e, quando os dois motores são usados em conjunto, consome cerca de um litro de combustível a cada 50 quilômetros, conforme a fabricante. Confira mais detalhes sobre o carro no vídeo abaixo.

Vazam fotos do Classe E Cabrio



A Mercedes-Benz vai mesmo aposentar o CLK em todas as versões e colocará no lugar o Classe E cupê e conversível. Esse último chegará ao mercado apenas em meados do ano que vem, mas os primeiros desenhos oficiais do carro vazaram na rede. Conforme o previsto, o carro terá capota de tecido e 10 centímetros a mais de comprimento em relação ao CLK que sai de linha.

As opções de motor serão as mesmas oferecidas no Classe E Coupé, com potências que variam entre 200 e 382 cavalos, no caso do E550 equipado com motor V8. Essa decisão de acabar com o CLK abre espaço para um novo cupê de entrada que será feito com base na versão renovada do Classe C. E a linha Classe E ainda terá uma perua com apelo mais esportivo, feita a partir do protótipo FASCINATION, mostrado no Salão de Paris (França), no ano passado.

Pontiac Grand Prix 1964: bons tempos


A Pontiac dominava. E este Grand Prix de 1964 é um dos mais impressionantes e bonitos Pontiacs de todos os tempos. Sim, ele é uma barca. As protuberâncias na frente e na traseira são exageradas, e as rodas ficam um pouco para dentro demais na carroceria, mas ele é uma expressão magnífica do design automotivo americano no tempo em que as equipes de projetistas – comandados por Bill Mitchell, neste caso – criavam beleza, não espaço e ergonomia, e os engenheiros cuidavam de potência e torque, não de economia e poluição. Em muitos quesitos, foi bom termos nos livrado destes excessos, mas, em termos absolutos, a perda de carros assim, e a perda daPontiac em si, é uma grande tragédia.


Eu nunca vi muita serventia em carrões grandes, mas entendo que a maioria dos americanos os deseja – e sempre desejaram. Quando a indústria de Detroit começou a encolher seus carros de passeio nos anos 1970, houve uma migração maciça para picapes e SUVs, em parte porque seus motores galopavam livremente, mas principalmente, ao meu ver, porque eram grandes. Se Detroit não vendesse um carro grande, os clientes escolhiam uma caminhonete grande que se comportasse meio como um carro.

Este Grand Prix não é exatamente eficiente no uso do espaço, mas é gritantemente belo de forma atipicamente (para a General Motors) sóbria, bem ao estilo do formoso Fiat 130 cupê desenhado pelo estúdio Pininfarina. Mas esse Pontiac veio ao mundo cinco anos antes. Os modelos 1963 e 1965 do Grand Prix tinham viseiras sobre os faróis sobrepostos, mas o 1964 tem faróis elegantemente “limpos”, sem elementos supérfluos vilões da aerodinâmica.

Após um longo período construindo carros com soluções infelizes, a GM voltou-se às colunas. A simples e lineares da década de 1960. Neste Grand Prix, toda a estrutura superior é pura, tanto clássica quanto elegante. A curva invertida nas bordas das colunas traseiras e a lanterna traseira côncava remetem aos desenhos britânicos no estilo de faca, muito apreciado por Bill Mitchell, mas o visual geral é insistentemente americano. As formas da carroceria inferior são lineares, com apenas uma discreta elevação na linha da cintura sobre a roda traseira, infelizmente exagerada no modelo 1965.

Lábios cromados nas aberturas dos para-lamas – as dianteiras maiores que as traseiras, mas no mesmo estilo retangular – pontuam o perfil lateral, assim como os frisos cromados do teto. Mitchell fez bastante uso de cunhas, que ele comparava a vincos em um terno bem alinhado. Há uma no meio do capô, uma em cada para-lama dianteiro e uma versão inchada na lateral dos para-lamas traseiros, dando vida aos painéis laterais simples

Seja com motores V8 6.4 ou 6.9 litros, havia potência de sobra para dar a esse carro “pessoal” – superior a qualquer Chevrolet – um desempenho empolgante, e seu entre-eixos de três metros garantia uma direção suave. Deveria haver um descendente adequado deste carro no mercado hoje, mas não há, nem nunca haverá.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

New Beetle deve mudar em 2012


O pequeno New Beetle foi um estouro quando foi lançado, em 1998. Mas depois de mais de dez anos o carrinho foi perdendo seu apelo visual e as vendas caíram bastante. A boa notícia é que a Volkswagen já trabalha na nova geração que deverá ser chamar apenas Beetle e chegará ao mercado em 2012. Além disso, o carro contará com mais espaço no banco traseiro e ficará mais simples que o atual, o que mostra que a marca alemã voltará às origens, tornando o novo modelo mais um opção de carro de baixo custo, como tudo começou.


Entre as novidades do Beetle da nova geração haverá mais opções de equipamentos e um desenho mais moderno, sem perder o charme das linhas clássicas, cheias de cantos arredondados e que se tornou uma obra-prima do designer J. Mays. Agora a tarefa de reestilizar o New Beetle está nas mãos de Walter De Silva, que garante que a nova geração do Beetle será mais espaçosa sem aumentar muito as dimensões atuais do carro, além de ser um passo à frente quando o assunto é design.

Bem Vindo!

Sejam Bem Vindos ao meu novo Blog!
Aqui vc verá as notícias dos novos lançamentos de carros de todos os modelos e marcas.