
Em 28 de fevereiro de 2005, a Koenigsegg, uma pequena fabricante sueca de carros superesportivos, bateu o recorde de velocidade
para carros de produção em série. No circuito de Nardo, na Itália, ele chegou a 387,87 km/h, batendo o McLaren F1, que chegou a 386,7 km/h. Isso com um motor a gasolina V8 4,7-litros com dois compressores de 806 cv a 6.900 rpm. Pois a Koenigsegg encontrou um jeito de tornar esse carro ainda mais forte. E um jeito ecológico: fazer o motorzão V8 beber álcool, ou quase isso. Essa fórmula está pre
sente no CCXR, apresentado no Salão de Genebra, que terminou ontem.
para carros de produção em série. No circuito de Nardo, na Itália, ele chegou a 387,87 km/h, batendo o McLaren F1, que chegou a 386,7 km/h. Isso com um motor a gasolina V8 4,7-litros com dois compressores de 806 cv a 6.900 rpm. Pois a Koenigsegg encontrou um jeito de tornar esse carro ainda mais forte. E um jeito ecológico: fazer o motorzão V8 beber álcool, ou quase isso. Essa fórmula está pre
sente no CCXR, apresentado no Salão de Genebra, que terminou ontem.Devido ao frio na Suécia, o CCXR utiliza o E85,
uma mistura de gasolina e de álcool com proporção respectiva de 15% do primeiro e 85% do segundo. Com isso, o carro pega mais facilmente de manhã, sem a necessidade do reservatório de gasolina que as fabricantes brasileiras adotaram.
uma mistura de gasolina e de álcool com proporção respectiva de 15% do primeiro e 85% do segundo. Com isso, o carro pega mais facilmente de manhã, sem a necessidade do reservatório de gasolina que as fabricantes brasileiras adotaram.Com esse recurso, além de um ajuste muito bem feito, o CCXR, que é chamado de “Flower Power”, ou poder das flores, rende pouco mais de 200 cv além do que o CCR consegue com gasolina, ou mais exatamente 1.018 cv a 7.200 rpm.
Pesando 1.180 kg e medindo 4,29 m, o carro tem quase 1 cv/kg, o que o torna um monstro devorador de asfalto, possivelmente até melhor em desempenho do que o Bugatti Veyron, capaz de atingir mais de 400 km/h e, atualmente, o carro de produção em série mais veloz do mundo.
O recorde, de todo modo, ainda não foi validado pelo livro “Guinness World Records”, apenas pela entidade alemã TÜV. Esperava-se que o Veyron se submetesse ao teste oficial no início deste ano. No caso do CCR, o recorde foi estabelecido a 6.750 rpm, ou seja, faltando 150 rpm para a potência máxima. Os responsáveis foram os pneus, que não agüentariam velocidade maior.
Se o CCXR entrar na disputa pelo título de carro de série mais veloz do mundo, ele terá à disposição um câmbio de seis marchas e um mostrador semelhante ao do Artega GT.
Outro auxiliar na eventual tentativa será o marcador de marcha engatada, também incluído no mostrador único. As chances de sucesso são altas. Com o CCXR, podemos esperar por um novo quebrador de recordes. E verde.
Oferecimento: Volkswagen

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